É agosto,
o rio se ausenta,
secando pranto...
e o amor aumenta
na trilha do espanto...
em mim,
um doce encanto
por não ser forte mas canto...
É agosto,
as canções extinguem-se
formosas em ondas...
... e caio presa na luz difusa,
dos abraços, dos beijos,
riscados na memória...
São Pedro – SP - 01/08/2008 – 2:00
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