Porque bradam bandeiras de discórdias?!?!
A garra, a barra, desceu, surgiu, puniu;:
A ponta da faca talhada, vibrou cheia de sangue;
Virou, calou, o duende descrente, de vida adjacente
Valente tenente, matou e subjugou, retornou.
Vitorioso escárnio de forma humana
Quem tem preço para colocar na alma dos sentimentos?
Quem compra armamento visando solução?
Quem absorveu todo o sol, que hoje só choveu?
Boca a boca, face da face,
Faca da tara desgastam bebes humanos
Viajam drogados animais entocados
Passado, presente, uniu desvalido, desandou,
O bravo palhaço sem riso, cortou seus motivos,
Bocas falam, palavras desabonam e não solucionam.
Guerreiros bravos, de olhos afinados,
Acovardam instintos debaixo dos vestuários.
Mundo que é mudo,
Vida que é morte,
Morte que é sorte,
Da luxuria da fuga em busca,
Gente correndo, mordendo, desandando, caindo,
Assexuadas e etéreas...
Pega o chicote, trabalha machado, rasga o tempo,
Corta o corte da veia primal,
Berra o grito mais baixo,
Sussurra o amor amado,
Transcende o tempo e vira homem,
eventualmente o vicio da verdade,
Verdade enlatada, nas maquinas de coação!
Cuiabá/MT - 31/05/1978 – 21:35
*Sei não, sei sim, essa fala ainda é atual!*

Palavras impecáveis e extremamente belas, verdadeiramente !! Beijo carinhoso !
ResponderExcluir