quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

aguardo...

Guardo
seu sorriso,
os contornos de seu corpo,
algum estilhaço de sua alma fatal...

Permaneço sentada,
no banco abandonado,
olhando o nada,
em remorso profundo,

o adeus é meio assim,
inesperado, inexplicável,
intransponível...


A alma chora solidão,
devastada pela tempestade
Inquieta pelo silencio,
desviada ...

são Pedro – SP – 10/10/2010 – 21:25

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